Pensando nisso, esse post tem a intenção de trazer algumas explicações que a população geralmente não sabe.
Primeiro de tudo, é necessário compreender que para um medicamento ser comercializado e dispensado no Brasil, ele deve passar por dois testes de segurança (equivalência farmacêutica e bioequivalência), que são exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA): o teste de equivalência farmacêutica e de bioequivalência são necessários para garantir a eficácia e a segurança terapêutica tanto de medicamentos novos, que inauguram um princípio ativo (ou uma combinação de princípios), quanto para fármacos similares ou genéricos.
O que são os testes de Equivalência Farmacêutica e Bioequivalência?
O primeiro dos testes realizado, o de equivalência farmacêutica, é referente à avaliação físico-química dos medicamentos. Alguns aparelhos específicos testam os remédios já prontos – cápsulas, xaropes, pomadas - sob determinadas condições de pressão e temperatura, e verificam se o produto se mantém em sua apresentação ideal. Ou seja, se permanece firme, se não se dissolve em líquido, se não derrete etc.
O segundo teste é o de bioequivalência, e se refere ao processo de comparação entre dois medicamentos que possuem as mesmas moléculas, nas mesmas concentrações e formas farmacêuticas, com o intuito de avaliar as concentrações plasmáticas dos mesmos no organismo humano, para o estabelecimento de sua intercambialidade.
O que são os medicamentos de Referência?
Por que os genéricos são mais baratos?
Porque no seu preço não estão embutidos os gastos com propaganda (genéricos não têm "marca") nem os custos de pesquisa, pois se trata de cópias de medicamentos desenvolvidos por outros laboratórios.
O segundo teste é o de bioequivalência, e se refere ao processo de comparação entre dois medicamentos que possuem as mesmas moléculas, nas mesmas concentrações e formas farmacêuticas, com o intuito de avaliar as concentrações plasmáticas dos mesmos no organismo humano, para o estabelecimento de sua intercambialidade.
O que são os medicamentos de Referência?
Os medicamentos de referência, também conhecidos como “de marca”, são remédios que possuem eficácia terapêutica, segurança e qualidade comprovadas cientificamente no momento do registro, junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
São esses medicamentos que os laboratórios farmacêuticos investem anos em pesquisas para desenvolver medicamentos com novos princípios ativos ou que são novidades no tratamento de doenças. É o remédio inovador cuja eficácia, segurança, qualidade e biodisponibilidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal responsável na ocasião do registro. Está há muito tempo no mercado, é bastante conhecido e, geralmente, foi o primeiro remédio que surgiu para curar determinada doença.
- Preço: o preço inclui os custos com testes e desenvolvimento da droga
- Nome: tem nome comercial e pode ter patente
O que são os medicamentos Genéricos?
É o que possui o mesmo princípio ativo, o mesmo efeito, as mesmas contra-indicações, a mesma dosagem, a mesma forma farmacêutica (drágea, líquido, pomada, injetável) e a mesma indicação terapêutica de um medicamento de referência. Ambos são intercambiáveis, ou seja, é possível tomar o remédio genérico no lugar do tradicional e vice-versa, com toda segurança. O que pode variar de um genérico para um produto de referência são os chamados excipientes - substâncias inertes que são agregadas à medicação para tornar seu uso mais adequado. Resumidamente falando, é tão seguro e eficaz quanto o medicamento de marca, mas em geral custa menos.
São esses medicamentos que os laboratórios farmacêuticos investem anos em pesquisas para desenvolver medicamentos com novos princípios ativos ou que são novidades no tratamento de doenças. É o remédio inovador cuja eficácia, segurança, qualidade e biodisponibilidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal responsável na ocasião do registro. Está há muito tempo no mercado, é bastante conhecido e, geralmente, foi o primeiro remédio que surgiu para curar determinada doença.
- Preço: o preço inclui os custos com testes e desenvolvimento da droga
- Nome: tem nome comercial e pode ter patente
O que são os medicamentos Genéricos?
É o que possui o mesmo princípio ativo, o mesmo efeito, as mesmas contra-indicações, a mesma dosagem, a mesma forma farmacêutica (drágea, líquido, pomada, injetável) e a mesma indicação terapêutica de um medicamento de referência. Ambos são intercambiáveis, ou seja, é possível tomar o remédio genérico no lugar do tradicional e vice-versa, com toda segurança. O que pode variar de um genérico para um produto de referência são os chamados excipientes - substâncias inertes que são agregadas à medicação para tornar seu uso mais adequado. Resumidamente falando, é tão seguro e eficaz quanto o medicamento de marca, mas em geral custa menos.
- Nome: não tem nome comercial, indica só o princípio ativo da fórmula
Por que os genéricos são mais baratos?
Porque no seu preço não estão embutidos os gastos com propaganda (genéricos não têm "marca") nem os custos de pesquisa, pois se trata de cópias de medicamentos desenvolvidos por outros laboratórios.
O que são os Medicamentos Similares?
São os que têm o mesmo princípio ativo do remédio de referência, a mesma concentração, via de administração, forma farmacêutica, posologia e indicação, mas não tem bioequivalência comprovada. Em outras palavras, não pode substituir o de referência porque, apesar de garantido pelo Ministério da Saúde, não foi comprovado se a quantidade e a velocidade com que é absorvido pelo organismo são equivalentes ao medicamento tradicional. De acordo com a regulamentação da ANVISA, os medicamentos similares não podem ser substituídos pelos de referência quando prescritos pelo médico.
São os que têm o mesmo princípio ativo do remédio de referência, a mesma concentração, via de administração, forma farmacêutica, posologia e indicação, mas não tem bioequivalência comprovada. Em outras palavras, não pode substituir o de referência porque, apesar de garantido pelo Ministério da Saúde, não foi comprovado se a quantidade e a velocidade com que é absorvido pelo organismo são equivalentes ao medicamento tradicional. De acordo com a regulamentação da ANVISA, os medicamentos similares não podem ser substituídos pelos de referência quando prescritos pelo médico.






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